Aline Teixeira

Mais voz, mais vez, mais futuro pra quem sempre foi deixado pra depois.

Cuidado e compromisso com os direitos das mulheres, saúde mental como prioridade pública, proteção e bem-estar animal, inclusão das periferias nas políticas públicas.

“Cuidar, proteger e estruturar é a base de uma política que transforma.

Respeito e espaço de fala são direitos, não privilégios."

ALINE TEIXEIRA, Suplente Dep. Estadual

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Falaremos sobre o seu caso e encontraremos o melhor caminho para atender às suas necessidades.

Justiça social começa quando a política olha pra quem nunca foi prioridade.”

Aline Teixeira

Notícias e Novidades

13 de janeiro de 2026
Há um tipo de trabalho que move o país, mas que raramente é reconhecido. Ele não aparece nos relatórios econômicos, não tem carteira assinada e, na maioria das vezes, é realizado por mulheres. É o trabalho invisível, aquele que acontece dentro de casa, no cuidado com os filhos, com os idosos, com o lar, com tudo aquilo que mantém a vida funcionando. Enquanto o mercado mede produtividade e lucro, milhões de mulheres acordam cedo, trabalham fora e, quando voltam, continuam trabalhando. Fazem comida, limpam, educam, acolhem. E fazem tudo isso sem pausa, sem reconhecimento e, principalmente, sem remuneração. O trabalho doméstico e de cuidado é o alicerce da economia, mas o mundo ainda insiste em tratá-lo como “ajuda”. É como se fosse um dever natural das mulheres e não uma sobrecarga imposta por estruturas sociais que continuam desiguais. Segundo dados do IBGE, as mulheres brasileiras dedicam, em média, o dobro do tempo dos homens às tarefas domésticas. E, ainda assim, recebem salários menores no mercado formal. Isso significa que, além de fazer mais, ganham menos. E isso não é coincidência, é sistema. Mas o que está em jogo aqui não é apenas economia. Também é saúde física e emocional. A exaustão da dupla jornada, o sentimento de culpa constante e a falta de tempo para si são gatilhos para ansiedade, depressão e burnout . Mulheres adoecem tentando dar conta de tudo, enquanto o Estado e a sociedade seguem naturalizando essa desigualdade. O cuidado deveria ser uma responsabilidade compartilhada, e não uma herança feminina. É urgente que políticas públicas tratem esse tema com a seriedade que ele merece: creches acessíveis, horários flexíveis de trabalho, licença parental compartilhada e programas de apoio a cuidadoras.  Sou Aline Teixeira, e acredito que reconhecer o trabalho invisível é o primeiro passo para uma sociedade mais justa. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial.
12 de janeiro de 2026
Durante muito tempo, falar sobre saúde mental era visto como fraqueza. “Isso é frescura”, “é falta do que fazer”, “é coisa da cabeça”. Mas hoje já sabemos que cuidar da mente é tão essencial quanto cuidar do corpo. O que ainda falta é entender que saúde mental não é um privilégio individual, é uma questão coletiva e política. Vivemos um tempo de exaustão. O país enfrenta crises econômicas, longas jornadas de trabalho, insegurança e falta de perspectiva. Tudo isso adoece. A depressão e a ansiedade já são consideradas os maiores males do século, mas o acesso a tratamento ainda é limitado, especialmente nas periferias e nos pequenos municípios. Em muitas cidades, o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) é o único espaço público de acolhimento psicológico. Só que, na maioria das vezes, há falta de profissionais, filas de espera e estruturas precárias. A saúde mental precisa sair do discurso e entrar na agenda pública. É preciso ampliar o acesso gratuito a psicólogos, psiquiatras e grupos terapêuticos. É preciso levar atendimento para escolas, comunidades e locais de trabalho. É preciso cuidar dos cuidadores, dos professores, dos servidores… De todos que estão no limite há tanto tempo. Cuidar da mente é cuidar da vida. É reduzir o número de suicídios, de afastamentos por burnout , de violências geradas pela falta de escuta e de acolhimento. E isso só acontece quando o Estado reconhece que o sofrimento humano não é invisível nem supérfluo. A saúde mental não pode continuar sendo um tema restrito às campanhas de setembro. Ela precisa estar presente em cada política pública, em cada orçamento, em cada conversa sobre o futuro.  Sou Aline Teixeira, e acredito que o equilíbrio emocional de um país começa pelo cuidado que ele oferece ao seu povo. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial.
8 de janeiro de 2026
Quando um novo caso de feminicídio explodiu nas manchetes no início deste mês, não foi surpresa, foi sinal de alerta. Nas últimas semanas, casos brutais e recentes no Brasil chocaram pela violência e pela repetição brutal de padrões que deveriam ser identificados e interrompidos muito antes de chegar ao crime letal. Mulheres foram mortas por ex-companheiros ou parceiros, outras ficaram gravemente feridas por agressões em plena rua, e a sociedade saiu às ruas em resposta a essa escalada — sinalizando que algo está profundamente errado no país. Casos como os de Rosilene Barbosa e Tatiana Correia dos Santos, mortas por seus ex-maridos em Goiás e em São Paulo, repercutiram no Congresso Nacional e reacenderam o debate sobre a urgência de enfrentarmos a violência de gênero com seriedade. Em várias cidades, milhares de mulheres ocuparam as ruas sob o grito “Parem de nos matar”, denunciando a omissão estatal e exigindo proteção e políticas públicas efetivas para barrar essa escalada. A violência letal contra as mulheres não é um evento isolado ou imprevisível. Segundo dados oficiais recentes, o Brasil registrou cerca de quatro feminicídios por dia em 2024, totalizando quase 1.500 mulheres assassinadas por razões de gênero, a maioria dentro de casa e cometida por parceiros ou ex-parceiros. Em 2025, a situação permaneceu gravíssima, com casos chocantes em São Paulo e outros estados que já bateram recordes históricos mesmo antes de dezembro terminar. É crucial dizer com todas as letras: feminicídio não começa no dia do crime. Ele começa muito antes, nos sinais que são silenciados ou minimizados — na violência psicológica, no controle, no ciúme, no isolamento e no medo que a mulher carrega por meses e até por anos. O silêncio da sociedade e a naturalização desses sinais apenas alimentam um ciclo que muitas vezes termina em tragédia. O que temos visto, mais do que casos isolados, é um padrão. A maioria das vítimas já havia convivido com violência antes de ser morta. E muitas vezes havia tentado denunciar, pedir ajuda ou se afastar, mas encontrou barreiras institucionais, falta de acolhimento, demora no atendimento ou simplesmente a ausência de proteção real. Combater o feminicídio exige mais do que palavras de pesar depois dos crimes. Exige políticas públicas contínuas e integradas: serviços de acolhimento 24h, medidas protetivas que funcionem de verdade, redes de apoio às mulheres em risco, programas de educação e prevenção desde a infância e, acima de tudo, uma mudança cultural que ponha fim ao silêncio e à normalização da violência.  Eu sou Aline Teixeira e acredito que é hora de transformar indignação em ação, antes que mais vidas sejam perdidas. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial.
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