Aline Teixeira
Mais voz, mais vez, mais futuro pra quem sempre foi deixado pra depois.
Cuidado e compromisso com os direitos das mulheres, saúde mental como prioridade pública, proteção e bem-estar animal, inclusão das periferias nas políticas públicas.

“Cuidar, proteger e estruturar é a base de uma política que transforma.
Respeito e espaço de fala são direitos, não privilégios."
ALINE TEIXEIRA, Suplente Dep. Estadual

REPRISE:
SEGUNDA
6:00
TERÇA
6:00
14:30
QUARTA
14:00
QUINTA
8:30
14:30
SEXTA:
16:00 - Inédito
SÁBADO
6:00
18:00
DOMINGO
6:00
11:00
Marque uma Agenda
Sabemos que existem muitas demandas e projetos. Para que entender seu propósito, agende uma reunião comigo ou minha equipe.
Falaremos sobre o seu caso e encontraremos o melhor caminho para atender às suas necessidades.
“Justiça social começa quando a política olha pra quem nunca foi prioridade.”
Aline Teixeira
Acesse o CHAT BOT da Aline

Notícias e Novidades

19 de fevereiro de 2026
Recentemente, o Papa Leão XIV convidou os fiéis a refletirem sobre um tipo de jejum que vai além da alimentação: o jejum de palavrões, ofensas e palavras agressivas durante a Quaresma. A proposta, simples à primeira vista, carrega uma profundidade que ultrapassa o campo religioso. Ela nos obriga a pensar sobre o poder da linguagem e sobre como a violência começa, muitas vezes, pela palavra. Palavras não são neutras. Elas constroem, mas também ferem. Em muitos relacionamentos abusivos, a agressão física é apenas a etapa final de um processo que começou muito antes, com humilhações constantes, ironias, gritos, xingamentos e desqualificações. A violência psicológica é silenciosa, progressiva e devastadora. Ela corrói a autoestima, gera insegurança e cria dependência emocional. Quando alguém é chamado repetidamente de “inútil”, “louca”, “incapaz” ou “exagerada”, não se trata de um simples desentendimento conjugal. Trata-se de um mecanismo de controle. A palavra vira ferramenta de dominação. O agressor desestabiliza para enfraquecer. Ridiculariza para isolar. Diminui para manter poder. O convite ao jejum de palavrões é, portanto, mais do que um exercício de educação ou espiritualidade. É um chamado à responsabilidade emocional. É reconhecer que violência não começa com o tapa, começa com a naturalização do desrespeito. E quando a sociedade relativiza frases como “foi só um xingamento” ou “ele falou da boca pra fora”, contribui para manter ciclos abusivos invisíveis. Em muitos lares, o abuso verbal é tratado como algo comum. Mulheres são ensinadas a tolerar explosões de raiva, a entender gritos como “temperamento forte”, a relevar humilhações para “manter a família”. Mas não existe amor onde há medo constante. Não existe parceria onde há desqualificação contínua. Jejuar palavras agressivas é também um exercício de rever padrões culturais que normalizam o machismo, a misoginia e a violência simbólica. É entender que a forma como nos comunicamos revela nossa maturidade emocional. E, principalmente, que respeito não pode ser opcional dentro de uma relação. A Quaresma fala de conversão, de mudança de atitude. Talvez seja hora de ampliar esse conceito: converter comportamentos abusivos em diálogo responsável, substituir o ataque pela escuta, transformar impulsividade em consciência. Porque o verdadeiro silêncio que precisa ser quebrado não é o da fé, é o da violência. Relacionamentos saudáveis são construídos com cuidado, limites claros e responsabilidade afetiva. E isso começa pela palavra. Eu sou Aline Teixeira e acredito que transformar relações começa quando aprendemos que respeito não é concessão é princípio. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial.

5 de fevereiro de 2026
Os dados mais recentes sobre feminicídio no Brasil reforçam uma realidade que já deveria ter provocado respostas muito mais duras do Estado e da sociedade. Mulheres seguem sendo assassinadas todos os dias, muitas vezes por homens que fazem parte do seu convívio ou do seu cotidiano. O caso recente da mulher morta pelo próprio síndico do prédio onde morava escancara essa lógica perversa: a violência não está apenas dentro de casa, ela também habita espaços que deveriam representar segurança. Esse crime não pode ser tratado como um surto individual ou uma tragédia isolada. Ele revela como o feminicídio é precedido por relações de poder, controle, silenciamento e falhas institucionais. Quantas mulheres convivem diariamente com seus agressores em ambientes onde não há escuta, acolhimento ou mecanismos eficazes de proteção? Quantos sinais foram ignorados antes que a violência chegasse ao extremo? O feminicídio não começa no dia do assassinato. Ele se constrói na negligência, na naturalização da agressividade, na dificuldade de acesso à rede de proteção e na ausência de políticas públicas que funcionem na prática. Quando uma mulher é morta, houve uma sucessão de omissões antes disso — sociais, culturais e institucionais. Não basta reagir depois da morte. É preciso investir em prevenção, educação emocional, fortalecimento da rede de apoio e políticas públicas integradas que enxerguem a mulher como sujeito de direitos, não como estatística. Eu sou Aline Teixeira e acredito que enfrentar o feminicídio exige coragem política, compromisso social e ações concretas antes que a violência chegue ao ponto irreversível. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial

18 de janeiro de 2026
Todo início de ano vem carregado de expectativas. Metas novas, promessas de mudança, listas do que precisa melhorar. Mas, enquanto o calendário vira, muita gente segue emocionalmente exausta. É justamente por isso que o Janeiro Branco faz tanto sentido: ele nos lembra que saúde mental não é algo para ser cuidado apenas quando o sofrimento explode, é um cuidado contínuo, tão essencial quanto qualquer outro. Ainda existe uma ideia perigosa de que sentir tristeza, medo, cansaço ou insegurança é sinal de fraqueza. Não é. Essas emoções fazem parte da experiência humana. O problema começa quando elas são ignoradas, silenciadas ou tratadas como algo que precisa ser “superado” rapidamente. Emoções não elaboradas não desaparecem. Elas se acumulam e, com o tempo, se transformam em ansiedade, adoecimento físico, irritabilidade constante e sensação de esgotamento. Cuidar da saúde mental é base da vida social, familiar e profissional. Quando a mente não vai bem, todas as áreas da vida sentem o impacto. Relações se desgastam, decisões ficam mais difíceis, o trabalho pesa mais. Mesmo assim, muitas pessoas só buscam ajuda quando já estão no limite. O Janeiro Branco existe justamente para questionar essa lógica: por que esperamos chegar à crise para cuidar de algo tão fundamental? O início do ano também traz uma pressão emocional invisível. Existe uma cobrança coletiva para começar janeiro motivado, produtivo e cheio de energia. Quem não se sente assim tende a acreditar que está falhando. A comparação social, intensificada pelas redes, reforça essa sensação. Metas irreais geram frustração precoce e alimentam a ideia de que algo está errado com quem não consegue “dar conta” logo no começo do ano. Mas a verdade é simples e precisa ser dita: nem todo mundo começa o ano bem e isso também é saúde mental. Muitas pessoas chegam a janeiro carregando cansaços antigos, lutos, frustrações e preocupações financeiras. Ignorar isso em nome de um discurso otimista não ajuda. Pelo contrário, aumenta a autocobrança e o sentimento de inadequação. Cuidar da mente não é sinal de fragilidade, é ato de responsabilidade consigo mesmo e com quem está ao redor. Saúde mental envolve escuta, pausa, reconhecimento de limites e acolhimento. Envolve entender que não precisamos estar bem o tempo todo, mas precisamos prestar atenção ao que sentimos. O Janeiro Branco não é sobre apagar o passado ou começar do zero. É sobre olhar para dentro com mais honestidade. É sobre entender que prevenção emocional evita adoecimentos futuros. E, principalmente, é sobre romper com o silêncio que ainda cerca o sofrimento psicológico. Eu sou Aline Teixeira e acredito que se existe um convite possível para este início de ano, que seja este: cuidar da mente antes da crise chegar. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial.





