Aline Teixeira

Mais voz, mais vez, mais futuro pra quem sempre foi deixado pra depois.

Cuidado e compromisso com os direitos das mulheres, saúde mental como prioridade pública, proteção e bem-estar animal, inclusão das periferias nas políticas públicas.

“Cuidar, proteger e estruturar é a base de uma política que transforma.

Respeito e espaço de fala são direitos, não privilégios."

ALINE TEIXEIRA, Suplente Dep. Estadual

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Falaremos sobre o seu caso e encontraremos o melhor caminho para atender às suas necessidades.

Justiça social começa quando a política olha pra quem nunca foi prioridade.”

Aline Teixeira

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Notícias e Novidades

10 de abril de 2026
A rotina de muitas mulheres é marcada por uma sobrecarga que, por muito tempo, foi naturalizada. Trabalhar, cuidar da casa, dos filhos, da família, das demandas emocionais de todos ao redor, e ainda assim manter produtividade, equilíbrio e presença constante. Mas a pergunta que precisa ser feita é: a que custo? A chamada dupla ou tripla jornada não é apenas uma questão de organização do tempo. É uma questão de saúde mental. Mulheres acumulam funções visíveis e invisíveis, carregando não apenas tarefas, mas também a responsabilidade emocional de sustentar relações, resolver conflitos e manter tudo funcionando. Esse acúmulo constante gera um desgaste silencioso. Ansiedade, exaustão emocional, sensação de insuficiência e culpa passam a fazer parte da rotina. Mesmo quando fazem muito, muitas mulheres sentem que nunca é o suficiente. E isso não acontece por acaso. Existe uma construção social que ensina mulheres a cuidar do outro antes de si, a não reclamar, a dar conta, a se adaptar. O problema é que, ao longo do tempo, esse padrão cobra um preço alto. A saúde mental começa a dar sinais, que muitas vezes são ignorados. O cansaço deixa de ser apenas físico e passa a ser emocional. O descanso já não é suficiente. A mente não desacelera. E, ainda assim, muitas seguem. Porque parar parece impossível. Porque pedir ajuda ainda é visto como fraqueza. Porque existe uma cobrança interna e externa para continuar. Falar sobre saúde mental feminina é, também, falar sobre limites. Sobre dividir responsabilidades. Sobre reconhecer que ninguém sustenta múltiplas jornadas sem impacto. Cuidar da mente não é luxo, é uma necessidade. E talvez o primeiro passo seja justamente reconhecer que não é normal viver constantemente sobrecarregada. Que não é preciso dar conta de tudo. Que sentir cansaço, frustração ou esgotamento não é sinal de fraqueza, é sinal de que algo precisa mudar. Foi com esse olhar que escrevi “Uma Conversa com as Emoções", um convite para que as pessoas possam se escutar, compreender seus sentimentos e construir uma relação mais saudável consigo mesmas, mesmo em meio às exigências do dia a dia.  Eu sou Aline Teixeira e acredito que nenhuma mulher deveria precisar adoecer para provar que consegue dar conta de tudo. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial.
9 de abril de 2026
Todos os dias, novos casos de violência contra mulheres ocupam manchetes, redes sociais e conversas. A frequência é tão alta que, aos poucos, algo ainda mais preocupante começa a acontecer: a sociedade se acostuma. O que deveria gerar choque passa a ser tratado como mais um caso. Mais um número. Mais uma história que se perde entre tantas outras. E é justamente aí que mora um dos maiores perigos: a banalização da violência. Quando a repetição se torna rotina, o impacto diminui. A indignação enfraquece. E, com isso, a urgência de mudança também perde força. A violência contra mulheres não é um evento isolado. Ela é estrutural. Está presente em diferentes formas: física, psicológica, sexual, patrimonial e, cada vez mais, também no ambiente digital. E, mesmo diante dessa complexidade, ainda vemos tentativas de minimizar, justificar ou relativizar essas situações. Frases como “isso sempre aconteceu”, “é problema do casal” ou “não sabemos o que realmente aconteceu” ajudam a criar uma narrativa perigosa: a de que a violência pode ser relativizada. E quando a violência é relativizada, ela é, de certa forma, permitida. Outro ponto que contribui para essa banalização é o excesso de exposição sem aprofundamento. Consumimos notícias rápidas, vídeos curtos, recortes de histórias, mas raramente paramos para refletir sobre o que está por trás de cada caso. Por trás de cada número existe uma mulher. Uma história interrompida. Uma rede afetada. Um ciclo que poderia ter sido evitado. Não podemos permitir que a repetição anestesie a nossa capacidade de reagir. Porque a indignação não é exagero, é um sinal de que ainda reconhecemos a gravidade do problema. Combater a violência contra mulheres também passa por manter viva essa consciência. Por não normalizar, não justificar e não silenciar. Eu sou Aline Teixeira e acredito que manter a indignação diante da violência é uma das formas mais importantes de não permitir que ela se torne invisível. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial.
6 de abril de 2026
Aline Teixeira visita o CRT-SP; algumas de suas causas de cunho social vão ao encontro de ações e projetos realizados pela atual gestão Terapeuta e estudante de psicologia, Aline Teixeira defende várias causas de impacto social, como os direitos das mulheres, a saúde mental como prioridade pública, a proteção e o bem-estar animal, e a inclusão das periferias nas políticas públicas. “Acredito que tudo que a gente sonha começa com escuta, empatia e planejamento. Viver bem não pode ser privilégio de poucos, tem que ser direito de todos”, divulga a suplente de deputada na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP). No dia 2 de abril de 2026, ela visitou a sede do Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Estado de São Paulo (CRT-SP), onde foi recepcionada pelo presidente em exercício, José Avelino Rosa; os diretores Pedro Carlos Valcante (financeiro) e Rubens dos Santos (fiscalização e normas); além de um grupo de colaboradores. Conhecendo o conselho – A exemplo da reunião realizada no mês de março com o deputado estadual, Marcelo Aguiar , a gerente de projetos especiais e cultura organizacional, Fabiana Herculano Moraes procedeu à uma apresentação institucional, calcada em números de profissionais, empresas e escolas técnicas cadastradas; e a emissão de mais de 1 milhão de Termos de Responsabilidade Técnica (TRTs) – cada documento equivale, ao menos, a um serviço prestado. Ela também mensurou vários projetos de reconhecida relevância social do CRT-SP voltados a diferentes setores: na área de educação, são três pilares fundamentais – as palestras institucionais para egressos; o Prêmio Futuros Técnicos, que reconhece alunos por seus projetos técnicos; e o Divulga Técnico, evento que objetiva mostrar as vantagens dos cursos técnicos para estudantes da rede pública fundamental de ensino. Destaque para a promoção da equidade de gênero e o incentivo ao ingresso de mais mulheres na carreira técnica; para os cursos de capacitação – presenciais e online –, prioridade do Centro de Inovação e Valoração Profissional Técnica (INOVATEC), espécie de hub de conexão, experimentos e tecnologia para profissionais e estudantes no complexo do Parque de Inovação Tecnológica São José dos Campos (PIT SJC); e as plataformas gratuitas geradoras de oportunidades e para promoção de networking , como o Técnico que Faz e o Aprenda com quem Faz. nternamente, o CRT-SP desenvolveu o Programa Viva CRT: Saúde e Bem-Estar no Trabalho, com palestras, oficinas e workshops , com o intuito de mostrar como o conselho está comprometido em construir um ambiente de trabalho respeitável, saudável e acolhedor. Aline Teixeira agradeceu com o acolhimento e afirmou estar admirada com a apresentação. “Eu trabalho como ativista social e me chamou muito a atenção quando foi dito que ‘as meninas estão nos bancos técnicos escolares, mas não estão trabalhando’. Há, portanto, necessidade de implementarmos políticas públicas para propiciar que elas sejam inseridas no mercado de trabalho”, destaca, parabenizando a todos pelo trabalho e se colocando à disposição do conselho. Texto: Gerência de Comunicação e Transparência Fonte: https://crtsp.gov.br/visita-a-sede-do-conselho-causas-sociais-que-se-complementam/
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